quarta-feira, 23 de junho de 2010

CONTAS 2009 e PLANO DE ACÇÃO 2010

aPor favor, faça um clique sobre cada imagem para a ampliar.




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Reunião Ordinária

ASCRR – Associação Social, Cultural e Recreativa de Rebordaínhos
Assembleia Geral


Acta nº 1/2010

Aos vinte e um dias do mês de Março de dois mil e dez, pelas quinze horas, em segunda convocatória, na sua sede em Rebordaínhos e estando presentes quinze associados, reuniu a Assembleia Geral da ASCRR – Associação Social, Cultural e Recreativa de Rebordaínhos, em Sessão Ordinária, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1- Informações;
2- Discussão e deliberação sobre as seguintes propostas da Direcção:
2.1- Plano de Acção para 2010;
2.2- Orçamento para 2010;
3- Outros assuntos.
Par iniciar os trabalhos e por ausência dos Secretários da mesa, a Assembleia elegeu para o seu lugar os associados António Vaz Pereira e Orlando Fernandes.
A Direcção solicitou à Assembleia Geral uma alteração à Ordem de Trabalhos, acrescentando um novo Ponto três – Conta de Gerência de 2009 e passando o actual ponto Três – Outros Assuntos para Ponto quatro, o que foi aprovado por unanimidade.
Deliberações:
Ponto um: a Direcção informou os associados presentes acerca dos contactos havidos com o CLAS – Conselho Local de Acção Social do concelho de Bragança; a ASCRR apresentou candidatura para funcionar com três valências (Centro de Dia, Apoio Domiciliário e Refeitório Social) mas só nos foi deferida uma, a do Apoio Domiciliário, o que não invalida a possibilidade desta Associação poder vir a recandidatar-se às valências indeferidas, caso o julgue pertinente e útil.
Informou também que o Apoio Domiciliário consiste em prestar serviços de higiene pessoal e habitacional, confeccionar e distribuir as refeições aos utentes que se queiram inscrever nessa valência, devendo estes comparticipar de acordo com tabela a elaborar pela Direcção e obedecendo às normas da Segurança Social
Ponto dois: Propostas da Direcção:
Ponto dois um: A Direcção apresentou a sua proposta de Plano de Acção para dois mil e dez que prevê Acções de carácter Social no montante de € 45 000.00 (quarenta e cinco mil euros), principalmente a elaboração do projecto de adaptação do edifício da Escola a Centro de apoio Domiciliário e arranque das obras, Acções de índole Cultural no montante de € 2 500.00 (dois mil e quinhentos euros), Acções de índole recreativa no montante de € 2 500.00 (dois mil e quinhentos euros) e Acções Organizativas no montante de € 1 000.00 (mil euros). Depois de analisada foi esta proposta aprovada por unanimidade.
Ponto dois dois: a Direcção apresentou a sua proposta de Orçamento para dois mil e dez, que tem um valor de cinquenta e um mil euros, quer nas receitas quer nas despesas. As receitas previstas são as seguintes:
Jóias de inscrição de Associados – € 500.00 (quinhentos euros);
Quotas dos associados – € 2 000.00 (dois mil euros);
Donativos individuais – € 21 000.00 (vinte e um mil euros);
Apoio da Junta de Freguesia – € 2 500.00 (dois mil e quinhentos euros);
Apoio da Câmara Municipal – € 10 000.00 (dez mil euros);
Apoio da Segurança Social – € 15 000.00 (quinze mil euros).
As despesas previstas são as já descritas no ponto dois um.
Depois de analisada foi esta proposta aprovada por unanimidade.
Ponto três : Para evitar a convocatória de uma nova Assembleia Geral já no próximo mês de Abril a Direcção apresentou as contas da gerência do ano de dois mil e nove que são as seguintes:
O Saldo transitado do ano anterior (2008) foi de € 1197.83 (mil cento e noventa e sete euros e oitenta e três cêntimos;
As receitas do ano (2009) foram de € 1685.60 (mil seiscentos e oitenta e cinco euros e sessenta cêntimos);
As despesas do ano (2009) foram de € 210.07 (duzentos e dez euros e sete cêntimos);
O Saldo do ano (2009) foi de € 1475.53 (mil quatrocentos e setenta e cinco euros e cinquenta e três cêntimos);
O Saldo acumulado e que transita para o ano seguinte (2010) é de € 2 673.36 (dois mil seiscentos e setenta e três euros e trinta e seis cêntimos) e está depositado na conta bancária aberta em nome da Associação, na Caixa Geral de Depósitos de Bragança, com o seguinte NIB 0035 0174 00073839 630 48.
De referir que, mensalmente, estão a ser debitados € 10.00 (dez euros) na atrás referida conta da Associação para pagamento do contrato de fornecimento de electricidade por parte da EDP.
Dado que as contas apresentam números pouco significativos ou seja, de reduzido montante, a Assembleia dispensou o parecer escrito do Conselho Fiscal, tendo este validado oralmente as contas apresentadas pela Direcção.
Depois de analisadas foram as contas aprovadas por unanimidade.
No Ponto quatro – Outros assuntos, a Direcção informou os presentes que a ASCRR naquele momento tinha já cento e sessenta e quatro associados, havendo no entanto um número significativo deles que nunca pagou as quotas.
Um dos associados presentes mencionou que uma fonte de revitalização da Associação a nível cultural seria elaborar uma pesquisa das tradições da nossa terra que estão um pouco perdidas como, por exemplo, o Cantar dos Reis, os Jogos Populares e a arruada, e a nível desportivo promover torneios de futebol, sueca e outros.
Nada mais havendo a tratar, deu-se a reunião por terminada, cerca das dezassete horas, e dela se lavrou a presente acta que depois de lida vai ser assinada nos termos da lei.
O Presidente __________________________________________________________________
O Primeiro Secretário ___________________________________________________________
O Segundo Secretário ___________________________________________________________

domingo, 6 de junho de 2010

Artigo publicado no Mensageiro de Bragança

Recordando o que as raparigas já não sabem



Processo de “escarramiça” Ciclo da lã, como era até quase ao final do século passado, foi recriado em Agrochão. Para as moças, a parte da “escarramiça” era a mais motivadora, porque, no fim, havia baile, ao som do realejo. Hoje, as raparigas, as poucas que ainda há nas
Tempos houve, ainda no final do século passado, em que era comum encontrar mulheres, nas aldeias, a fiar com fuso e roca, à porta de casa, ou enquanto guardavam vacas, cabras, ou ovelhas. Era um trabalho necessário à vida nas aldeias, que raparigas aprendiam a fazer com as mães, ou avós, quando era ainda muito novas. Com o fio faziam meias, indispensáveis nos invernos rigorosos da região, que se usavam com socos de pau. Assim, toda a mulher tinha que saber tratar a lã, fazer meios e camisolas e, algumas, também tecer. Esse tempo passou, mas há ainda quem o queira lembrar, porque afinal não era só trabalho pesado, era uma forma de vida, com as suas alegrias e tristezas; forma de vida extinta, só lembrada por quem ainda a recorda. Para recordar esse tempo, a Câmara Municipal de Vinhais, em conjunto com várias associações do concelho, está a organizar a recriação de vários ciclos produtivos que já não existem. A iniciativa teve início em Agrochão, com da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva Local, que tratou de recriar o ciclo da lã. Maria da Graça Afonso, organizadora do evento por parte desta Associação, explicou-nos que tudo começava na tosquia. Depois era necessário lavar a lã, em água bem quente, para tirar a sujidade acumulada pelo do animal, ao longo de um ano. Após lavada era estendida e bem esticada, para depois ser mais fácil “escarramiçá-la”. A palavra usada por terras de Vinhais, ou outras, não foi consagrada no dicionário oficial português. Segundo Maria da Graça Afonso, existe no catalão a palavra “escarramicar” e em aragonês “escarramizar”, com signigicados relativamente semelhantes. Aplicada ao ciclo da lã, em terras de Vinhais, “escarramiçar” é separar bem o fios, de modo a que a lã fique fofa e seja mais fácil fiá-la. Este era em Agrochão, pelo menos, um momento de festa. As raparigas, convidadas pela dona da lã, prontificavam-se a ajudar. Durante o trabalho cantavam canções. No final comiam-se figos e nozes e havia baile, ao som do realejo. “Juntavam-se principalmente as moças novas, convidadas pela dona da lã. Elas gostavam de estar, porque sabia que a seguir à “escarramiça” havia baile”. Note-se que, os bailes de antigamente, eram muito importantes, porque era aí que as raparigas podiam encontrar pretendentes para possível casamento. “Ainda me lembro das “escarramiças”, de ir ao baile e comer os figos e as nozes”, recordou Maria da Graça. Depois da “escarramiçada” a lã era fiada, com fuso e roca. Maria da Graça aprendeu com 12 anos, como muitas outras raparigas. Fazia-se uma “manela”(uma espécie de molho de lã alongado) que era colocada na roca e depois fiada com os dedos e enrolada no fuso onde a “massaroca” (chamada assim pela semelhança que tinha com a verdadeira massaroca do milho) ia crescendo. A fiadeira puxava um bocadinho da lã, que se alongava, formado um fio e torcido com o fuso, que rodava com a outra mão. Depois, a massaroca era dobrada em dois fios que eram torcidos um com o outro, para ficar com um fio suficientemente consistente para se fazerem camisolas ou meias. “Antigamente fazia-se muito. As famílias andavam com meias feitas de lã de ovelha, camisolas e xaile para as mulheres”. Se o objectivo era tecer a lã havia então outro processo, em que era feito um fio mais grosso, que iria passar depois pela urdidura. Do trabalho de tecelagem, Maria da Graça sublinhou que o mais difícil é fazer a teia, a urdidura, que serviria depois como molde para o fio que passa de um lado ao outro, até a peça pretendida estar completa. “Como dizemos, num tear aparelhado tece um burro albardado”, comentou, ao referir-se a esse trabalho de fazer a teia para tecer depois. Tecida a peça, pode ainda ser cardada, para ficar mais fofa, se assim se pretender. Havia um outro produto, feito em lã, que hoje não existe. Era o tecido de burel, em que a urdidura era feita com lã e a tecelagem também. Hoje usa-se apenas o algodão para fazer a urdidura. Essa lã para urdir era resultante da fiação. O tecido resultante, totalmente em lã, o chamado burel, era usado para fazer saias para as senhoras e mantas para os segadores. É que, nesse tempo, os trabalhadores à jorna, que vinham fazer as cegadas, no tempo delas, dormiam no palheiro e era costume, os donos da casa, darem-lhe uma manta de burel para dormir. Esses tecido, que fruto de lavagens e outros processos ficava extremamente duro era também impermeável e muitos pastores usavam-no em capas, durante o inverno, para não se molharem. O tecido tinha que ir sempre ao pisão que era um instrumento feito por homens e funcionava com água corrente. Nesse instrumento o tecido molhado era pisado com malhos de madeira para ficar mais macio. Isso era muito importante, sobretudo quando era para fazer as saias das senhoras. Não indo ao pisão, “ficavam-lhe as pernas vermelhas”, ao usarem aquelas saias de lã. Também Teresa, Armandina, Noémia, Ana e uma outra Ana, de Vilar de Lomba, se recordam desses tempos. Todas aprenderam o processo de tratar a lã com a mãe ou as avós. Já não foi precioso ensinarem aos filhos, nem aos netos, como se faz, porque dizem, agora “compra-se tudo feito. Antes, “todas as raparigas fiavam. Era obrigatório”, contou-nos uma. Outra confessou que o marido ainda usa meias de lã, no Inverno, por serem quentes, mas alguém disse que os filhos já não as querem “porque picam”, ou o marido não as usa, por serem demasiado quentes e já não se calçarem com os socos de antes, que deixavam sempre passar algum ar. Nesse outra aldeia, Vilar de Lomba, chegou a haver mais de cinco teares. Hoje não há nenhum. Dirce Loução, técnica do projecto Contrato Local de Desenvolvimento Social de Vinhais, no âmbito do qual estas recriações de antigos trabalhos estão a ser feitas, referiu que o objectivo é lembrar tradições, mas também fomentar o convívio entre as pessoas; um convívio que antes de fazia, mais voluntariamente, pela necessidade do realizar, muitas vezes, trabalho em conjunto. Depois desta premira actividade, realizar-se-á a recriação do ciclo da telha, em Romariz, do pão, em Santalha, do trabalho de ferreiro, em Vilar de Lomba e o artesanato em madeira em Vila Boa. Estas actividades vão decorrer até Setembro, nas várias aldeias, com a colaboração das associações locais.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Falecimento da Senhora Aurora

A Direcção da ASCRR aprensenta sentidas condolências a todos os familiares da Senhora Aurora Pereira, falecida ontem, dia 2 do corrente mês, em especial a seus filhos e netos.
Que a sua alma descanse em paz.

A Direcção

terça-feira, 1 de junho de 2010

Parabéns







Muitos parabéns a todos os associados cujo aniversário ocorre neste mês de Junho, são os votos da Direcção da ASCRR.









Vítor Alexandre Martins
Vítor Amaro Fernandes
Maria Elvira Alves
Esperança Ferreira
Maria da Glória Alves Pereira
Fernando Caminha
Jacinta de Jesus Martins
Maria Emília Pereira
Francisco António Martins
José Jorge Martins
António Pires
Nuno Álvaro Vaz
Julieta Maria Martins
Maria Antónia Gonçalves Pires
António Braz Pereira

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Reunião Ordinária

ASSOCIAÇÃO SOCIAL, CULTURAL E RECREATIVA
DE REBORDAINHOS -ASCRR
Fundada em 13 de Novembro de 2006

Rua da portela
5300-802 REBORDAINHOS




CONVOCATÓRIA

REUNIÃO DA DIRECÇÃO

José Maria Pereira, Presidente da direcção da ASCRR, convoca os restantes membros da Direcção para uma reunião ordinária a realizar no dia 06 de Junho de 2010, pelas 15H00, na Sede desta Associação, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. – Informações;
2. – Admissão de novos sócios;
3. – Situação financeira;
4. – Elaboração do Projecto de adaptação do edifício da Escola a Centro de Dia;
5. – Organização de um convívio;
6. – Diversos.


Rebordainhos, 29 de Maio de 2010.




O Presidente da Associação:
______________________________________
(José Maria Pereira)

domingo, 30 de maio de 2010

Notícia publicada no Mensageiro de Bragança

MAIS PRÉMIOS PARA O AZEITE TRANSMONTANO


Região de Valpaços em destaque
O Azeite de Trás-os-Montes DOP (Denominação de Origem Protegida) continua a somar prémios. Desta vez, no concurso nacional realizado na Feira Olivomoura, na capital do Azeite Alentejano, em Moura. No concurso nacional de azeite virgem, na categoria de azeite virgem extra DOP, a medalha de ouro foi para a Quinta Vale do Conde, a medalha de Prata para a Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços e a medalha de Bronze para a Casa Agrícola Roboredo Madeira. Na categoria de azeite virgem extra, no modo de produção biológico, a medalha de Ouro foi atribuída à Casa Agrícola Roboredo Madeira, enquanto a medalha de Prata coube à Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços. Na categoria de azeite virgem extra, a medalha de Prata foi para a Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços. Mais um motivo de orgulho para a Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD).

“É mais um reconhecimento do esforço que tem sido realizado pelos produtores regionais para melhorarem a qualidade do seu azeite e também uma lição para o que tem acontecido nos últimos tempos. É preciso entender que em Portugal produz-se do melhor azeite do Mundo. Em Trás-os-Montes e no Alentejo. E a capacidade de produção só pode crescer apostando na qualidade”, afirma António Branco. Aquele dirigente associativo espera que a sucessão de prémios nacionais e internacionais que o Azeite de Trás-os-Montes tem ganho, faça com que os governantes finalmente “despertem para esta realidade, e comecem a valorizar o que de bom este país tem ao nível dos produtos regionais”, afirma. “A verdade é que estes produtores estão a garantir uma qualidade no mercado e uma visibilidade ao azeite de Trás-os-Montes e que, com isso, aumente o preço”, diz, porque “o azeite que está a ser comercializado não tem esta qualidade”. Para o presidente da AOTAD só com o agrupamento de produtores será possível marcar presença e valorizar o Azeite cá dentro, mas principalmente lá fora, nos mercados internacionais. “É preciso criar condições para uma internacionalização estratégica dentro da fileira. Não temos interesse em vender azeite em grandes quantidades. Queremos é vender azeite de qualidade e a bom preço”, sublinha.




Produto de excelência

Cerca de metade da produção nacional de azeitona de mesa e cerca de 35 por cento do azeite produzido em Portugal é oriundo de Trás-os-Montes. Em média, produz-se na região transmontana cerca de 45 mil toneladas de azeitona e cerca de 7500 toneladas de azeite, por ano, com a particularidade de ter a sua tipicidade proveniente das variedades de oliveiras regionais mais comuns, das quais se destacam a verdeal, a cobrançosa e madural, que lhe confere um elevado grau de qualidade, simbolizado numa dezena de marcas com Denominação de Origem Protegida (DOP) que está já a ser exportado para os países nórdicos, para os Estados Unidos, Canadá e Japão.

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sábado, 1 de maio de 2010

Parabéns



Muitos parabéns a todos os sócios aniversariantes do mês de Maria, com votos de que este dia se repita por muitos e felizes anos, são os desejos da Direcção da ASCRR.


Rufino Manuel Neves
Assunção Nazaré Martins
Maria Helena A. Pereira
Vitório Pereira Martins
Maria de Lurdes Pereira Caminha
Maria de Fátima Pereira Stocker
Maria Bárbara Fernandes Pais
Manuel Augusto Pais
Norberto Prada Oliveira
Mafalda Regina Fernandes Santos
Casimiro Augusto Pires
Maria Luisa Pires
Manuel António Pereira

quarta-feira, 31 de março de 2010

Parabéns







A Direcção da ASCRR felicita todos os sócios aniversariantes do mês da Abril, desejando feliz aniversário e muitos e bons anos de vida.










David Augusto Fernandes
Cupon Romain
Julia Nunes
Emídio dos Santos Pires
Paulo Vinhas Pires
António Belisário Vinhas Pires
Agostinho Jorge Pereira
Carlos Alberto Martins
Patrícia Maria Morais Gomes
Duarte Carlos Gonçalves
Herculano C. Domingues
Maria Margarida Martins

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Parabéns






A Direcção da ASCRR felicita os sócios aniversariantes do mês de Março, desejando a todos um feliz dia e que contem muitos anos de vida cheia de felicidades.








Eduardo Alcino Pereira
Tarcisio Manuel Martins
Mário Augusto Bernardo
César Ramos Pereira
Mário Augusto Pereira
Francisco Manuel Ferreira
Maria Fernanda Bernardo
Eurico dos Santos Martins
António Maria Martins
Maria do Espírito Santo Morais
Ramiro Alberto Valente
Maria Irene F. Moutinho
Orlando Ferreira
Eustáquio João
Manuel Jerónimo Alves
António Jorge Pereira
Marcolino A. Gonçalves
Maria Guiomar Fernandes
José Maria Pereira
José António Fernandes
Maria Augusta Pereira Mata
Alfredo Augusto Fernandes
Carlos D. Moutinho Martins

domingo, 21 de fevereiro de 2010

PLANO DE ACÇÃO PARA 2010

A Assembleia Geral da ASCRR, realizada no passado dia 18 de Fevereiro, aprovou o Plano de Acção e o Orçamento para 2010. O resultado consta dos quadros que, agora, se publicam.


(Para ampliar as imagens deve clicar com o rato sobre cada uma delas)
1 - Acção Social ..............................................2 - Acção Cultural.................

3 - Acção Recreativa ..............................................4 - Organização ............


Orçamento

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Falecimento da Irene

Na passada quarta-feira, dia 17 de Fevereiro, faleceu a Irene, residente em França e filha do Senhor Bernardino Pereira.
A Direcção da ASCRR apresenta sentidas condolências a toda a sua família.

A Direcção

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Assembleia Geral

ASCRR – Associação Social, Cultural e Recreativa de Rebordaínhos
Assembleia Geral
Convocatória
Ex. mo (a) Senhor(a) Associado(a) :
Nos termos dos artigos 28º e 29º dos Estatutos da ASCRR, de 01 de Junho de 2008, e por solicitação da Direcção, convoco V. Ex.ª, para a Sessão Ordinária da Assembleia Geral desta Associação, a realizar no dia 21 de Fevereiro de 2010, pelas 14.30 horas, na sede da Associação, edifício da antiga Escola do 1º ciclo, em Rebordaínhos, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1- Informações;
2- Discussão e deliberação sobre as seguintes propostas da Direcção:
2.1- Proposta de Plano de Acção para 2010;
2.2- Proposta de Orçamento para 2010;
3- Outros assuntos.
Se à hora marcada não estiver presente pelo menos metade dos associados, a Assembleia Geral funcionará, em segunda convocação e com poderes deliberativos, às 15.00 horas, com a participação dos associados presentes.
Observação: A documentação de suporte relativa aos pontos 2.1 e 2.2 poderá ser consultada na Sede da ASCRR e no Blog da ASCRR.
Rebordaínhos, 01 de Fevereiro de 2010
Com os melhores cumprimentos
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ASCRR
_________________________________________
David Augusto Fernandes

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Falecimento do Senhor Humberto de Arufe

A Direcção da ASCRR apresenta sentidas condolências aos familiares do Senhor Humberto, cujo óbito ocorreu ontem, dia 3 do corrente mês de Fevereiro.
Que a sua alma descanse em paz.
A Direcção

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Parabéns






Muitos parabéns aos Sócios que neste mês de Fevereiro, completam mais uma Primavera, desejando que tenham um dia muito feliz e que o dia se repita por muitos anos com alegria e saúde, são os votos da Direcção da ASCRR.














Armando Carlos Braz Pereira
Maria de Lurdes Pereira Carlos
Conceição dos Santos Fernandes
Arminda da Conceição Martins
Maria Adriana Caminha
Pôncio de Jesus Silva
Horácio Augusto Morais
Alexandra Cristina Morais Gomes
Orlando Augusto Martins
Mário Alberto Fernandes
Manuel António Pinheiro

sábado, 23 de janeiro de 2010

Falecimento do Senhor Abílio

O Senhor Abílio dos Pereiros faleceu ontem dia 22 e o seu funeral realizar-se-à hoje pelas 16 horas na mesma localidade de Pereiros.

Em meu nome e em nome da ASCRR apresentamos as mais sentidas condolências a toda a sua família, em especial sua esposa Dª. Aida e seus filhos Teodoro e Abílio.
Paz à sua alma.

A Direcção

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Falecimento da tia Isabel

A tia Isabel faleceu ontem e o seu funeral ocorreu hoje pelas 10 horas em Rebordainhos.

Em nome da Direcção da ASCRR e em meu nome, apresentamos sentidos pêsames aos seus filhos e restantes familires.

A Direcção

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Reunião Ordinária

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ASSOCIAÇÃO SOCIAL, CULTURAL E RECREATIVA
DE REBORDAINHOS -ASCRR
Fundada em 13 de Novembro de 2006
Edifício da Escola Primária
Rua da portela
5300-802 REBORDAINHOS


CONVOCATÓRIA


REUNIÃO DA DIRECÇÃO


José Maria Pereira, Presidente da direcção da ASCRR, convoca os restantes membros da Direcção para uma reunião ordinária a realizar no dia 24 de Janeiro de 2010, pelas 15H00, na Sede desta Associação, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. - Leitura e aprovação da acta da reunião anterior
2. – Informações de carácter geral;
3. – Admissão de novos sócios;
4. – Avaliação e contas do convívio;
5. – Situação financeira;
6.– Discussão e deliberação sobre o Plano de Actividades e Orçameno para 2010;
7. – Solicitação de marcação da Assembleia Geral;
8. – Diversos.
Rebordainhos, 07 de Janeiro de 2010 .


O Presidente da associação:
______________________________________
(José Maria Pereira)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Falecimento da tia Ester

O falecimento da tia Ester, irmã da tia Isaura, ocorreu ontem, dia 2 e o seu funeral hoje, dia 3 pelas 10 horas.

A Direcção da ASCRR apresenta a todos os seus familiares, os mais sentidos pêsames.
Paz à sua alma.
A Direcção

sábado, 2 de janeiro de 2010

Feliz Ano Novo






A Verdade é o Caminho,
o Bem é a Acção,
o Belo é o Sentimento.
Esta é a prática para ser feliz.









A todos os Sócios, Rebordainhenses e Visitantes deste Blog,
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São os votos sinceros da Direcção da ASCRR.