quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Parabéns

Amílcar dos Anjos Pires
Frederico Fernandes
Américo Amadeu Pereira
Albino Alves Rodrigo
Maria Isabel Correia Martins
Gualter Nunes
Armindo António Pais
Celeste dos Anjos Nunes
Nuno de Santa Maria Caminha
A Direcção
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Reunião da ASCRR
1 - Informações
2 - Admissão de sócios
3 - Informação financeira
4 - Plano de Actividades para 2009
5 - Orçamento para 2009
6 - Propor a reunião da Assembleia Geral para o próximo dia 27 de Dezembro pelas 15 horas
A DIRECÇÃO
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Artigo publicado hoje no Jornal Nordeste
Rebordainhos quer Centro de Dia
A Associação Social, Cultural e Recreativa de Rebordainhos (ASCRR), no concelho de Bragança, quer transformar o edifício da antiga escola primária num Centro de Dia, com a valência de Apoio Domiciliário.
Reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), desde o passado mês de Junho, a colectividade pretende centrar o seu trabalho no apoio aos idosos e às pessoas mais carenciadas.
O envelhecimento da população é um problema que afecta a freguesia, pelo que se torna necessário criar equipamentos para dar resposta à Terceira Idade. “Dos cerca de 150 habitantes de Rebordainhos, cerca de 35 por cento têm mais de 65 anos”, realçou o presidente da ASCRR, José Maria Pereira.
Alguns idosos já recebem apoio de outros lares, nomeadamente de Santa Comba de Rossas ou de IPSSs de Bragança. “As pessoas vão passar a ter um espaço de convívio mais perto de casa. Também queremos reforçar o Apoio Domiciliário, porque há idosos que gostam de estar na sua própria casa e outros não têm condições para se deslocar”, acrescenta o responsável.
A transformação da antiga escola primária, encerrada há cerca de três anos, num Centro de Dia deverá custar cerca de 50 mil euros. “Vamos tentar pedir apoio às instituições e, enquanto associação, também estamos a tentar angariar alguns fundos”, frisou José Pereira.
O apoio social e a preservação das tradições são as apostas da colectividade
O próximo passo é reunir com a Câmara Municipal de Bragança para solicitar a cedência do edifício da escola. “A sede da associação já funciona numa das salas, mas para o Centro de Dia precisamos da outra sala”, sustenta o presidente da colectividade.
A ideia da ASCRR é criar um equipamento social para beneficiar a população da freguesia de Rebordainhos e das aldeias limítrofes, que pertencem ao concelho de Macedo de Cavaleiros.
No que toca ao plano de actividades, a associação já organizou uma sardinhada, no passado mês de Agosto, e um magusto tradicional, para assinalar o Dia de Todos os Santos. “A participação foi bastante positiva e superou as nossas expectativas”, enalteceu José Pereira.
Depois de concretizado o projecto social, a ASCRR também pretende apostar na reactivação de tradições e recuperação de património. “Na sardinhada também tentámos reavivar jogos tradicionais, danças e cantares, que estavam esquecidos. Queremos continuar esse trabalho”, salientou o responsável. Com 132 associados, a colectividade dá a conhecer a sua missão em www.ascrrebordainhos.blogspot.com.
Por: Teresa Batista
Boas práticas ambientais
Alunos da EB 2/3 de Izeda recolheram 120 litros de óleos usados
120 litros de óleos alimentares usados recolhidos renderam à EB 2/3 de Izeda, no concelho de Bragança, cinco bicicletas. A acção, levada a cabo pelos 170 alunos daquele estabelecimento de ensino, integra-se na campanha “Recolha de Óleos Alimentares Usados nas Escolas”, no âmbito do Plano de Sensibilização para 2008 promovido pela empresa intermunicipal Resíduos do Nordeste.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
LISTA DE SÓCIOS DA ASCRR
Lista actualizada em 14 de Novembro de 2008
1 – António Bernardo Pereira
2 – Francisco António Martins
3 – Eduardo Alcino Pereira
4 – Tarcísio Manuel Martins
5 – David Augusto Fernandes
6 – Victor Alexandre Martins
7 – Mário Augusto Bernardo
8 – Alexandre Augusto Pires
9 – Alcino Benjamim Pereira
10 – Mário Augusto Pereira
11 – António Vaz Pereira
12 – José Maria Pereira
13 – Regina do Céu Fernandes
14 – Amílcar dos Anjos Pires
15 – Francisco Manuel Ferreira
16 – Alcino Gualter Pereira
17 – Orlando Henrique Fernandes
18 – Dinis Batista da Silva
19 – Rufino Manuel Neves
20 – Maria Edite da Cunha Pereira
21 – Vítor Amaro Fernandes
22 – Justa Conceição Sousa Fernandes
23 – Maria Elvira Alves
24 – Ernesto Duarte Fernandes
25 – Carpon Romains
26 – Madalena Nunes
27 – Júlia Nunes
28 – Jean Louis Fernandes
29 – Gualter Nunes
30 – Maria do Céu Ramos Monteiro
31 – Louis César Fernandes
32 – Lúcia Fernandes Moreira
33 – Joaquim Araújo Moreira
34 – Esperança Ferreira
35 – Frederico Ferreira Fernandes
36 – Ezequiel dos Santos Torres
37 – Maria Olema Pereira
38 – Assunção Nazaré Martins
39 – Emídio dos Santos Pires
40 – Maria Fernanda Bernardo
41 – Armindo António Pais
42 – Maria da Glória Alves Pereira
43 – Paulo Vinhas Pires
44 – Maria de Lurdes Fernandes Pires Rodrigues
45 – Luís Manuel Rodrigues
46 – Maria Madalena Pereira Martins
47 – Luís Manuel Pereira
48 – Maria Helena Alves Pereira
49 – Maria Imelda Pereira
50 – António Manuel Morais Gomes
51 – Maria de Lurdes Pereira Carlos
52 – Élia da Anunciação Vaz
53 – César Ramos Pereira
54 – Conceição dos Santos Fernandes
55 – Frederico da Assunção Pires
56 – Maria Lúcia Martins
57 – Fernando Caminha
58 – Jacinta de Jesus Martins
59 – Clotilde Augusta Martins
60 – Nuno de Santa Maria Caminha
61 – Delfina de Lurdes Pereira
62 – Agostinho Jorge Ferreira
63 – Zulmira da Conceição Martins
64 – Arminda da Conceição Martins
65 – Maria Manuela Fernandes
66 – Adília Julieta Morais
67 – Emília Maria Pereira
68 – Maria Adriana Caminha
69 – Maria de Fátima do Nascimento
70 – Sónia do Nascimento Ferreira
71 – Agostinho do Nascimento
72 – Esmeralda Alice Pereira
73 – Eurico Santos Martins
74 – Pôncio de Jesus da Silva
75 – Carlos Augusto Fernandes
76 – Celeste dos Anjos Nunes
77 – Francisco António Martins
78 – António Maria Martins
79 – Maria do Espírito Santo Morais
80 – Guilherme Augusto Pereira
81 – José Jorge Martins
82 – António Carlos Estevinho Pires
83 – Alberto do Nascimento Pereira
84 – Américo Amadeu Pereira
85 – Horácio Augusto Morais
86 – Nuno Álvaro Vaz
87 – Vitorio Pereira Martins
88 – Julieta Maria Fernandes Rodrigues Martins
89 – Maria Augusta Martins
90 – Maria Isabel Correia Martins
91 – Carlos Alberto Martins
92 – Ramiro Alberto Valente
93 – Ana da Luz Morais
94 – Maria Albertina Costa
95 – Maria de Lurdes P. Fernandes Caminha
96 – Manuel António Caminha
97 – Maria Irene Félix Moutinho
98 – Fernando Augusto Alves Pereira
99 – Amadeu Augusto Alves Pereira
100 – Maria de Fátima Alves Pereira Morais
101 – Benigna do Rosário Alves Pereira Barreira
102 – Eduarda Cristina Alves Pereira Fernandes
103 – João Carlos Rodrigues Stocker
104 – Maria de Fátima Pereira Stocker
105 – Maria Olímpia Pereira
106 - Patricia Maria Morais Gomes
107 - Alexandra Cristina Morais Gomes
108 - Isabel Maria Morais Gomes
109 - Júlia Esmeralda Pereira Carrasqueira
110 - Serafim dos Santos Carrasqueira
111 - Bárbara Fernandes Pais
112 - Manuel Pais
113 - António Manuel dos Santos
114 - Ana Maria Pereira Gonçalves
115 - Duarte Carlos Gonçalves
116 - Orlando Ferreira
117 - João Eustáquio
118 - Jerónimo Alves
119 - António Jorge Pereira
120 - Herculano Domingues
121 - António Belizário Vinhas Pires
122 - Marcolino Augusto Gonçalves
123 - Albino Alves Rodrigo
124 - Elisabete Afonso Oliveira
125 - Norberto Prada Oliveira
126 - Mafalda Regina Fernandes dos Santos
127 - Álvaro de Jesus Gonçalves Carvalho Alves da Silva
128 - Maria Guiomar Morais Gomes Fernandes
129 - João Batista Fernandes
130 - António Augusto Pereira
131 - Artur Augusto Pereira
132 - Maria Amélia Pereira Lima
133 - Filinto Elias Martins
134 - Casimiro Augusto Pires
135 - Maria Margarida Martins
136 - António Manuel M. Pires
137 - Maria Luisa Pires
138 - Carlos Alberto Pires
139 - Manuel João M. Pires
140 - Maria de Lurdes Martins
141 - José António Fernandes
142 - Fernando Batista Silva
143 - Orlando Augusto Martins
144 - Elisa A. Veigas Gonçalves
145 - Manuel António Pereira
146 - António Braz Pereira
147 - Maria Zulmira Moreno Morais
148 - Carlos Aníbal Pereira
149 - Maria de Lurdes Rei Pereira
150 - Graciete Leitão Pereira da Rocha
151 - Duarte Nuno da Rocha
152 - Amaro Silvério Pereira
153 - Maria Augusta Pereira da Mata
154 - Alfredo Augusto Fernandes
155 - Mário Alberto Fernandes
156 - Carlos Duarte Moutinho Martins
157 - Mercês Zamora Martins
158 - Maria Antónia Gonçalves Pires
159 - Manuel António Pinheiro
160 - Maria de Lurdes Gonçalves de Sá
161 - Maria do Rosário Fernandes
162 - Armando Carlos Braz Pereira
163 - Gilberto do Nascimento Fernandes
164 - Rui Miguel Rodrigo Freixedelo
165 - Filomena Pereira Doré
166 - Filipe José Rodrigo Freixedelo
167 - Luís Manuel Roderigo
168 - Guilhermino dos Santos Fernandes
169 - José António Pereira Tomé
170 - Artur Podence
171 - José Augusto Fernandes
172 - José Albino Veiga
173 - Elisa Assunção Martins
174 - Maria Teresa Gomes Fernandes
175 - Manuel Gonçalves Fernandes
176 - Maria Celina Alves Pereira
177 - Carlos Alberto Pires
Comentário - Sr. Américo
promessa em que os fundadores nos fizeram acreditar. A semente está lançada mas cabe a todos a obrigação de contribuir com tudo o que acharmos de bom para que a Associação cumpra os objectivos para que foi criada.
Toda a gente pode ser útil quando se interessa, quando pergunta,
quando participa e quando dá sugestões, a seguir temos os menbros da Direcção para pôr tudo em prática.
Faço um apelo à Comunidade de Rebordainhos para que o interesse pela Associação passe a ser uma preocupação do dia a dia. Todos juntos iremos até onde acreditamos.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Fundação da ASCRR
Os membros do Blog de Rebordainhos, não podiam deixar passar esta data sem prestar a justa homenagem aos sócios fundadores , à Direcção e a todos os sócios .
Deixamos aqui o nosso voto do maior sucesso na actividade a que se propuseram, reiterando a nossa disponibilidade em colaborar no que for possível.
Saudações Transmontanas
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Comentário do Sr. Américo
Congratulo-me com a rubrica de hoje "PARABÉNS" porque é agradável ver os nomes de
alguns associados no blog e ao mesmo tempo há a hipótese de saudar pessoalmente
no caso de haver um conhecimento mais familiar. Para já apresento os meus parabéns
a todos e faço votos de poder repetir a saudação em Novembro de 2009.
Céu, agradeço-lhe o favor de enviar o comentário acima para publicação no blog.
Sem outro assunto de momento, mais uma vez, os meus cumprimentos.
Américo
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
PARABÉNS
Muitos parabéns!
- Manuel António Caminha
- António Manuel Morais Gomes
- Alcino Benjamim Pereira
- Lúcia Fernandes Moreira
- Delfina de Lourdes Pereira
- Artur Augusto Pereira
- Jean Louis Fernandes
- Álvaro de Jesus Alves Silva
- Maria Madalena Pereira Martins
domingo, 9 de novembro de 2008
Apicultura com um toque feminino
Aos 30 anos, Sandra Barbosa concilia o mundo das abelhas com o negócio e as aulas que lecciona no ISLA- Bragança. A apicultura surgiu na vida desta jovem empresária no âmbito do mestrado sobre a caracterização química do pólen apícola do Parque Natural de Montesinho.
Sandra Barbosa instalou as primeiras 25 colmeias na zona do Zoio, em 2006, apoiada pelo programa AGRO. Licenciada em Engenharia Biotecnológica e com o mestrado em Química, o sector apícola foi o caminho escolhido por Sandra para sair da situação de desemprego. “Enquanto fiz o mestrado dei aulas na Escola Superior Agrária. Depois houve necessidade de reduzir o corpo docente e eu fui uma das professoras afectadas”, conta.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Magusto
Enquanto não havia castanhas a assar um copo para aquecer.
No passado dia 01 de Novembro, a ASCRR e a Junta de Freguesia, realizaram o tradicional magusto, onde além da boa castanha assada, própria da Região, houve o bom pão de Rebordainhos, vinho, jeropiga, aguardente e carne assada.
Apesar de ser dia de apanha da castanha, o que deverá ter impedido algumas pessoas de comparecerem, no final do dia ainda se juntaram um grupo de mais de 50 pessoas que souberam aproveitar a diversão e o convívio.
A fogueira era tão grande que ninguém sentiu o frio da geada que se estava a formar naquela noite.
Foi uma experiência bem sucedida e para repetir no próximo ano.
Um muito obrigado a todos os que estiveram presentes.
Deixo uma nota: Na fase em que esteve presente o maior número de pessoas, não se tiraram fotos por já ser de noite.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Magusto - Sr. Américo
Que haja um brinde de compromissos para construir uma Associação com sucesso. É com convívios sãos que as pessoas se tornam mais unidas para um esforço comum. Fico à espera da reportagem no blog.
Os meus cumprimentos para todos.
Céu, por favor, leve eata mensagem para o magusto para conhecimento dos presentes.
Américo
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Memórias da Senhora Conceição
Eram assim os tempos: aprendia-se na escola e ficava para a vida. A Senhor Dona Maria ensinou tudo às meninas de Rebordainhos que, hoje, sendo a geração dos mais velhos, ainda reproduzem, de cabeça, aquilo que aprenderam. Eis a senhora Conceição que, sem errar uma letra, disse de cabo a rabo cada um dos três poemas que, a seguir, se transcrevem.
Disse, não. Declamou! Eu não estava lá, não ouvi, mas olhando para as fotografias percebe-se bem com que entrega e alegria ela o fez. É assim mesmo, senhora Conceição. Bem-haja por isso e por muitas outras coisas.
Fátima Stocker
OS CASTANHEIROS
Que lindos Outeiros
Ao longe a MontanhaQue bons castanheiros
Que bela castanha
Por entre os arbustos
Do souto já velho
Fumega o magusto
Há lume vermelho
A gente da aldeia
De roda à porfia
Cantando semeia
Canções de alegria
Que vida tamanha
Por estes Outeiros
Que bela castanha
Que bons castanheiros
O CARVALHO ESBURACADO
Caem folhas de uma a uma
Na relva verde do prado
São folhas dos castanheiros
Do choupo e dos sobreirosDo carvalho esburacado
As folhas amarelinhas
Vão caindo, vão caindo
Parece o choro das plantas
Martirizadas e santas
Pelo sol que vai fugindo
A planta fica despida
Fica triste, fica nua
Assemelha-se a um pobrinho
Sem amparo, sem carinho
Como estes que andam na rua
Pobre planta sem folhinhas
A tremer, a tiritar,
É como um bebé sem lar
Para aquecer as mãozinhas.
CASEBRE DOIRADO
Vivo além no meu casebre
Onde há cheiro a rosmaninho
Onde nasceram meus paisE os rouxinóis fazem o ninho
Foi lá que aprendi a rir
A cantar, a trabalhar
Saio sempre entre cantigas
E volto sempre a cantar
Dizem que no meu casebre
Tudo aparenta a pobreza
Não me importo do que eles dizem
Se para mim tudo é riqueza
Eu não troco o meu casebre
Por um palácio doirado
Que não cheira a rosmaninho
Nem tem ninhos no telhado
Fotografias da Céu Fernandes
____
Nota: o poema dos castanheiros (a que acrescentam refrão) integra o cancioneiro do Rancho Folclórico de S. Tiago, de Mirandela. Quem quiser ver a página desse rancho, pode clicar sobre o sublinhado
domingo, 19 de outubro de 2008
Castanha da Terra Fria - DOP
sábado, 18 de outubro de 2008
Ouro à vista em Moncorvo
Noticia do semanário Nordeste
As potencialidades desta zona rochosa foram reveladas, no passado sábado, no Museu do Ferro de Torre de Moncorvo, pelo professor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Alexandre Campos Lima. Durante a palestra subordinada ao tema “Minas de Ouro Romanas em Portugal”, o estudioso baseou-se na tese de mestrado da autoria de Carla Martins para falar sobre o “castro” de Nossa Senhora do Castelo de Urros e do “Buraco dos Mouros”.
Na óptica de Alexandre Lima, este local encontra-se na zona de charneira de uma dobra geológica, onde há intercalações de rocha negra, havendo fortes possibilidades de ocorrência de precipitação de fluidos ricos em ouro. Este metal terá sido explorado durante a ocupação dos Romanos.
De acordo com alguns historiadores, as minas de ferro têm ligação às explorações de ouro, até porque o ferro permite a criação de ferramentas para extrair o ouro da rocha. Na época da mecanização esta teoria está completamente ultrapassada, mas fazia todo o sentido há milhares de anos atrás.
Ainda no concelho de Torre de Moncorvo, o encarregado do Museu do Ferro, Nélson Campos, revela que, de acordo com uma fonte do século XVIII, houve aproveitamento de ouro aluvial no rio Douro, no termo de Peredo dos Castelhanos.
Estudioso recomenda prospecções geológicas nas encostas do rio Sabor, para detectar vestígios de ouro
Além disso, o responsável salienta ainda que, à luz de documentação do século XIX, terá existido uma mina importante de ouro entre o chafariz de Lamelas e o rio Sabor. Aliás, em prospecções realizadas por uma equipa do Projecto Arqueológico da Região de Moncorvo, em 2006, foi descoberta uma escombreira muito antiga junto a um valado, que, actualmente, está coberta por densa vegetação.
Perante estes factos, Alexandre Lima sugeriu a criação de uma equipa multidisciplinar, formada por geólogos e arqueólogos, para estudar o fenómeno do ouro numa terra rica em ferro.
Na óptica do estudioso, estes locais também podem ser aproveitados para fins turísticos, tal como já acontece noutros pontos do País. Exemplo disso em Trás-os-Montes é o caso de Jales e Três Minas, onde o município de Vila Pouca de Aguiar investiu na criação de um Centro Interpretativo, que disponibiliza visitas guiadas ao complexo mineiro.
Recorde-se que no concelho de Bragança há, igualmente, vestígios de exploração de ouro nas localidades de Guadramil e França, onde foram levadas a cabo prospecções geológicas recentemente.
Durante a palestra, Alexandre Lima falou, ainda, de diversas explorações de ouro de Norte a Sul do País e falou, em especial, do complexo de Castromil, no concelho de Paredes, do qual é responsável pelos estudos realizados.
Por: Teresa Batista
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Pão de Castanha
Pão de castanhas
300gr de farinha de castanhas
2 c. sopa de azeite
sal
50gr de passas de uva
30gr de pinhões
1 raminho de alecrim
Deite numa tigela a farinha de castanhas, adicione 1 colher de sopa de azeite e sal; bata com uma batedeira manual e adicione, pouco a pouco, 1/2 litro de água, aproximadamente, até ficar uma massa bem líquida.
Lave as passas, pique-as e adicione-as à mistura. Unte uma forma baixa e larga com um pouco de azeite, deite a mistura com uma espessura aproximada de 2 cm, cubra com os pinhões e as folhas de alecrim, borrife com um pouco de azeite e leve a forma ao forno durante 1 hora, à temperatura de 200ºC; formar-se-ão pequenas gretas na superfície e uma crosta estaladiça. Sirva morno ou frio se preferir.
sábado, 11 de outubro de 2008
Inscrição da ASCRR na Segurança Social como IPSS
NÚMERO : 188 SÉRIE II
EMISSOR : Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social - Direcção-Geral da Segurança Social
PARTE : PARTE C
DIPLOMA/ACTO : Declaração (extracto) n.º 329/2008
SUMÁRIO : Registo da constituição e estatutos da instituição particular de solidariedade social - Associação Social, Cultural e Recreativa de Rebordaínhos (ASCRR)
PÁGINAS DO D.R.: 40628 a 40628
Ver página(s) em formato PDF
TEXTO :
Declaração (extracto) n.º 329/2008
Declara-se, em conformidade com o disposto no Estatuto aprovado pelo Decreto-Lei n.º 119/83, de 25 Fevereiro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 402/85, de 11 de Outubro e no Regulamento aprovado pela Portaria n.º 139/2007, de 29 de Janeiro, que se procedeu ao registo definitivo dos estatutos da instituição particular de solidariedade social abaixo identificada, reconhecida como pessoa colectiva de utilidade pública.
O registo foi lavrado pela inscrição n.º 77/08, a fls. 66 e 66 Verso, do Livro n.º 12 das Associações de Solidariedade Social e considera-se efectuado em 24/06/2008 nos termos do n.º 2 do artigo 9.º do Regulamento acima citado.
Dos estatutos consta, nomeadamente, o seguinte:
Denominação - Associação Social, Cultural e Recreativa de Rebordaínhos (ASCRR)
Sede - Rebordaínhos - Bragança
Fins - Prestar apoio social, cultural e recreativo à população, sobretudo aos mais idosos e aos mais carenciados.
Admissão de sócios - Podem ser associados pessoas singulares maiores de dezoito anos e as pessoas colectivas.
Exclusão de sócios - Perdem a qualidade de associado: os que pedirem a exoneração, os que deixarem de pagar as suas quotas durante quatro meses e os que forem demitidos nos termos do n.º 2 do artigo 11.º
22 de Setembro de 2008. - Pelo Director-Geral, a Chefe de Secção, Palmira Marques.
300759832
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Pudim de Castanha
1/2 kg de castanha portuguesa (preferencialmente DOP)
2 colheres (sopa) de vinho branco doce ( Freixo de Espada à Cinta)
2 cravos-da-índia
2 copos de leite
1 colher (sopa) de açúcar de baunilha
200 g de creme de leite
1/2 copo de açúcar
1 colher (sopa) de chocolate em pó
Modo de Preparo
Dar um talho na ponta de cada castanha. Cobrir com água e levar ao fogo. Juntar o vinho e o cravo-da-Índia. Cozinhar durante 30 minutos. Escorrer, descascar e passar a castanha pelo espremedor. Misturar o leite e a baunilha, mexendo bem. Reservar. Bater o creme de leite para ficar firme. Colocar o açúcar e misturar com uma colher. Juntar ao creme de castanhas, incorporando bem. Colocar em taças individuais, polvilhando cada uma com o chocolate em pó.




