segunda-feira, 10 de novembro de 2008
PARABÉNS
Muitos parabéns!
- Manuel António Caminha
- António Manuel Morais Gomes
- Alcino Benjamim Pereira
- Lúcia Fernandes Moreira
- Delfina de Lourdes Pereira
- Artur Augusto Pereira
- Jean Louis Fernandes
- Álvaro de Jesus Alves Silva
- Maria Madalena Pereira Martins
domingo, 9 de novembro de 2008
Apicultura com um toque feminino
Aos 30 anos, Sandra Barbosa concilia o mundo das abelhas com o negócio e as aulas que lecciona no ISLA- Bragança. A apicultura surgiu na vida desta jovem empresária no âmbito do mestrado sobre a caracterização química do pólen apícola do Parque Natural de Montesinho.
Sandra Barbosa instalou as primeiras 25 colmeias na zona do Zoio, em 2006, apoiada pelo programa AGRO. Licenciada em Engenharia Biotecnológica e com o mestrado em Química, o sector apícola foi o caminho escolhido por Sandra para sair da situação de desemprego. “Enquanto fiz o mestrado dei aulas na Escola Superior Agrária. Depois houve necessidade de reduzir o corpo docente e eu fui uma das professoras afectadas”, conta.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Magusto
Enquanto não havia castanhas a assar um copo para aquecer.
No passado dia 01 de Novembro, a ASCRR e a Junta de Freguesia, realizaram o tradicional magusto, onde além da boa castanha assada, própria da Região, houve o bom pão de Rebordainhos, vinho, jeropiga, aguardente e carne assada.
Apesar de ser dia de apanha da castanha, o que deverá ter impedido algumas pessoas de comparecerem, no final do dia ainda se juntaram um grupo de mais de 50 pessoas que souberam aproveitar a diversão e o convívio.
A fogueira era tão grande que ninguém sentiu o frio da geada que se estava a formar naquela noite.
Foi uma experiência bem sucedida e para repetir no próximo ano.
Um muito obrigado a todos os que estiveram presentes.
Deixo uma nota: Na fase em que esteve presente o maior número de pessoas, não se tiraram fotos por já ser de noite.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Magusto - Sr. Américo
Que haja um brinde de compromissos para construir uma Associação com sucesso. É com convívios sãos que as pessoas se tornam mais unidas para um esforço comum. Fico à espera da reportagem no blog.
Os meus cumprimentos para todos.
Céu, por favor, leve eata mensagem para o magusto para conhecimento dos presentes.
Américo
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Memórias da Senhora Conceição
Eram assim os tempos: aprendia-se na escola e ficava para a vida. A Senhor Dona Maria ensinou tudo às meninas de Rebordainhos que, hoje, sendo a geração dos mais velhos, ainda reproduzem, de cabeça, aquilo que aprenderam. Eis a senhora Conceição que, sem errar uma letra, disse de cabo a rabo cada um dos três poemas que, a seguir, se transcrevem.
Disse, não. Declamou! Eu não estava lá, não ouvi, mas olhando para as fotografias percebe-se bem com que entrega e alegria ela o fez. É assim mesmo, senhora Conceição. Bem-haja por isso e por muitas outras coisas.
Fátima Stocker
OS CASTANHEIROS
Que lindos Outeiros
Ao longe a MontanhaQue bons castanheiros
Que bela castanha
Por entre os arbustos
Do souto já velho
Fumega o magusto
Há lume vermelho
A gente da aldeia
De roda à porfia
Cantando semeia
Canções de alegria
Que vida tamanha
Por estes Outeiros
Que bela castanha
Que bons castanheiros
O CARVALHO ESBURACADO
Caem folhas de uma a uma
Na relva verde do prado
São folhas dos castanheiros
Do choupo e dos sobreirosDo carvalho esburacado
As folhas amarelinhas
Vão caindo, vão caindo
Parece o choro das plantas
Martirizadas e santas
Pelo sol que vai fugindo
A planta fica despida
Fica triste, fica nua
Assemelha-se a um pobrinho
Sem amparo, sem carinho
Como estes que andam na rua
Pobre planta sem folhinhas
A tremer, a tiritar,
É como um bebé sem lar
Para aquecer as mãozinhas.
CASEBRE DOIRADO
Vivo além no meu casebre
Onde há cheiro a rosmaninho
Onde nasceram meus paisE os rouxinóis fazem o ninho
Foi lá que aprendi a rir
A cantar, a trabalhar
Saio sempre entre cantigas
E volto sempre a cantar
Dizem que no meu casebre
Tudo aparenta a pobreza
Não me importo do que eles dizem
Se para mim tudo é riqueza
Eu não troco o meu casebre
Por um palácio doirado
Que não cheira a rosmaninho
Nem tem ninhos no telhado
Fotografias da Céu Fernandes
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Nota: o poema dos castanheiros (a que acrescentam refrão) integra o cancioneiro do Rancho Folclórico de S. Tiago, de Mirandela. Quem quiser ver a página desse rancho, pode clicar sobre o sublinhado
domingo, 19 de outubro de 2008
Castanha da Terra Fria - DOP
sábado, 18 de outubro de 2008
Ouro à vista em Moncorvo
Noticia do semanário Nordeste
As potencialidades desta zona rochosa foram reveladas, no passado sábado, no Museu do Ferro de Torre de Moncorvo, pelo professor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Alexandre Campos Lima. Durante a palestra subordinada ao tema “Minas de Ouro Romanas em Portugal”, o estudioso baseou-se na tese de mestrado da autoria de Carla Martins para falar sobre o “castro” de Nossa Senhora do Castelo de Urros e do “Buraco dos Mouros”.
Na óptica de Alexandre Lima, este local encontra-se na zona de charneira de uma dobra geológica, onde há intercalações de rocha negra, havendo fortes possibilidades de ocorrência de precipitação de fluidos ricos em ouro. Este metal terá sido explorado durante a ocupação dos Romanos.
De acordo com alguns historiadores, as minas de ferro têm ligação às explorações de ouro, até porque o ferro permite a criação de ferramentas para extrair o ouro da rocha. Na época da mecanização esta teoria está completamente ultrapassada, mas fazia todo o sentido há milhares de anos atrás.
Ainda no concelho de Torre de Moncorvo, o encarregado do Museu do Ferro, Nélson Campos, revela que, de acordo com uma fonte do século XVIII, houve aproveitamento de ouro aluvial no rio Douro, no termo de Peredo dos Castelhanos.
Estudioso recomenda prospecções geológicas nas encostas do rio Sabor, para detectar vestígios de ouro
Além disso, o responsável salienta ainda que, à luz de documentação do século XIX, terá existido uma mina importante de ouro entre o chafariz de Lamelas e o rio Sabor. Aliás, em prospecções realizadas por uma equipa do Projecto Arqueológico da Região de Moncorvo, em 2006, foi descoberta uma escombreira muito antiga junto a um valado, que, actualmente, está coberta por densa vegetação.
Perante estes factos, Alexandre Lima sugeriu a criação de uma equipa multidisciplinar, formada por geólogos e arqueólogos, para estudar o fenómeno do ouro numa terra rica em ferro.
Na óptica do estudioso, estes locais também podem ser aproveitados para fins turísticos, tal como já acontece noutros pontos do País. Exemplo disso em Trás-os-Montes é o caso de Jales e Três Minas, onde o município de Vila Pouca de Aguiar investiu na criação de um Centro Interpretativo, que disponibiliza visitas guiadas ao complexo mineiro.
Recorde-se que no concelho de Bragança há, igualmente, vestígios de exploração de ouro nas localidades de Guadramil e França, onde foram levadas a cabo prospecções geológicas recentemente.
Durante a palestra, Alexandre Lima falou, ainda, de diversas explorações de ouro de Norte a Sul do País e falou, em especial, do complexo de Castromil, no concelho de Paredes, do qual é responsável pelos estudos realizados.
Por: Teresa Batista
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Pão de Castanha
Pão de castanhas
300gr de farinha de castanhas
2 c. sopa de azeite
sal
50gr de passas de uva
30gr de pinhões
1 raminho de alecrim
Deite numa tigela a farinha de castanhas, adicione 1 colher de sopa de azeite e sal; bata com uma batedeira manual e adicione, pouco a pouco, 1/2 litro de água, aproximadamente, até ficar uma massa bem líquida.
Lave as passas, pique-as e adicione-as à mistura. Unte uma forma baixa e larga com um pouco de azeite, deite a mistura com uma espessura aproximada de 2 cm, cubra com os pinhões e as folhas de alecrim, borrife com um pouco de azeite e leve a forma ao forno durante 1 hora, à temperatura de 200ºC; formar-se-ão pequenas gretas na superfície e uma crosta estaladiça. Sirva morno ou frio se preferir.
sábado, 11 de outubro de 2008
Inscrição da ASCRR na Segurança Social como IPSS
NÚMERO : 188 SÉRIE II
EMISSOR : Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social - Direcção-Geral da Segurança Social
PARTE : PARTE C
DIPLOMA/ACTO : Declaração (extracto) n.º 329/2008
SUMÁRIO : Registo da constituição e estatutos da instituição particular de solidariedade social - Associação Social, Cultural e Recreativa de Rebordaínhos (ASCRR)
PÁGINAS DO D.R.: 40628 a 40628
Ver página(s) em formato PDF
TEXTO :
Declaração (extracto) n.º 329/2008
Declara-se, em conformidade com o disposto no Estatuto aprovado pelo Decreto-Lei n.º 119/83, de 25 Fevereiro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 402/85, de 11 de Outubro e no Regulamento aprovado pela Portaria n.º 139/2007, de 29 de Janeiro, que se procedeu ao registo definitivo dos estatutos da instituição particular de solidariedade social abaixo identificada, reconhecida como pessoa colectiva de utilidade pública.
O registo foi lavrado pela inscrição n.º 77/08, a fls. 66 e 66 Verso, do Livro n.º 12 das Associações de Solidariedade Social e considera-se efectuado em 24/06/2008 nos termos do n.º 2 do artigo 9.º do Regulamento acima citado.
Dos estatutos consta, nomeadamente, o seguinte:
Denominação - Associação Social, Cultural e Recreativa de Rebordaínhos (ASCRR)
Sede - Rebordaínhos - Bragança
Fins - Prestar apoio social, cultural e recreativo à população, sobretudo aos mais idosos e aos mais carenciados.
Admissão de sócios - Podem ser associados pessoas singulares maiores de dezoito anos e as pessoas colectivas.
Exclusão de sócios - Perdem a qualidade de associado: os que pedirem a exoneração, os que deixarem de pagar as suas quotas durante quatro meses e os que forem demitidos nos termos do n.º 2 do artigo 11.º
22 de Setembro de 2008. - Pelo Director-Geral, a Chefe de Secção, Palmira Marques.
300759832
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Pudim de Castanha
1/2 kg de castanha portuguesa (preferencialmente DOP)
2 colheres (sopa) de vinho branco doce ( Freixo de Espada à Cinta)
2 cravos-da-índia
2 copos de leite
1 colher (sopa) de açúcar de baunilha
200 g de creme de leite
1/2 copo de açúcar
1 colher (sopa) de chocolate em pó
Modo de Preparo
Dar um talho na ponta de cada castanha. Cobrir com água e levar ao fogo. Juntar o vinho e o cravo-da-Índia. Cozinhar durante 30 minutos. Escorrer, descascar e passar a castanha pelo espremedor. Misturar o leite e a baunilha, mexendo bem. Reservar. Bater o creme de leite para ficar firme. Colocar o açúcar e misturar com uma colher. Juntar ao creme de castanhas, incorporando bem. Colocar em taças individuais, polvilhando cada uma com o chocolate em pó.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
A minha terra e os seus ventos
Foto de:
Regina Céu Fernandes
Cá na encosta da serra,
Onde o vento é presente
Como quem enfrenta a guerra
É o dia-a-dia da gente
Vindo do alto da serra
Bate forte em todo o lado
É assim na minha terra
Mas ninguém sente o enfado
Não te exaltes contra mim
Pois eu também sou do Norte
Donde tu vens também eu vim
Tu derrubas castanheiros
Até levantas telhados
Tu berras pelos outeiros
Fustigando os desabrigados
Consente, ó vento, que eu passe
Até ao alto da serra
Mas não me batas na face
Pois eu sou da tua terra
Tu és nosso, és do Norte
És oriundo da serra
Tu és valente e forte
És filho da minha terra
António Bernardo Pereira
Rebordainhos, 17 de Março de 2005
sábado, 4 de outubro de 2008
II Feira Internacional da Castanha
Bragança 7 a 11 de Novembro
Sendo um dos maiores produtores de castanha a nível mundial, Portugal deveria apostar mais na transformação deste fruto. A ideia foi avançada durante a apresentação da 2ª edição da Feira Internacional da Castanha – Norcastanha, que vai decorrer em Bragança de 7 a 11 de Novembro.
O certame, que visa promover a fileira da castanha, integra um extenso conjunto de iniciativas dedicadas a este produto. “Este ano há um reforço das actividades, pois a feira assenta nas parcerias com diversas entidades”, sublinhou o vice-presidente da Câmara Municipal de Bragança (CMB), Rui Caseiro.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Fotografias antigas
A História vai-se construindo com a ajuda de todos, assim ficámos a saber por alguns comentários que além do Sr. Francisco António Silva, também o Sr. António Martins "Piloto" doou parte do terreno.
A fotografia "fonte" de acordo também com os comentários feitos parece tratar-se da antiga Fonte do Espinheiro que se encontrava embutida na própria parede!? Qualquer informação por mais pequena que seja pode ajudar.

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domingo, 28 de setembro de 2008
Carvalho Negral
Nome comum: Carvalho-negral
Nome científico: Quercus pyrenaica Willd.
Distribuição: Península Ibérica, litoral atlântico de França e Norte de Marrocos
O carvalho-negral pertence à família das Fagáceas, que agrupa carvalhos de folhas caduca e persistente (como o carvalho-alvarinho, o sobreiro ou a azinheira, todos do género Quercus) e também o castanheiro. É uma árvore de copa ampla e arredondada que raramente ultrapassa os 20 metros de altura, com um troco mais ou menos regular e uma casca acinzentada que vai ficando fendida com a idade. As folhas aparentam-se à de outros carvalhos de folha caduca, mas distinguem-se destes pelo recorte mais pronunciado (que vai quase até à nervura) e um toque aveludado em ambas as faces, mais evidente na inferior. Como fruto, produz uma bolota muito variável, entre a forma cilíndrica e elipsóide, que amadurece em Outubro e que é apreciada tanto pelo gado como por alguns animais selvagens associados a estas manchas florestais, como é o caso do javali. Em Portugal podemos encontrar esta espécie sobretudo no interior Norte, até porque se adapta bem aos solos graníticos e xistosos, ao mesmo tempo que suporta bem a neve, as geadas e o frio característico das serranias superiores a 1.000 metros.
O reino de Torga
Entre estes locais, aquele que mais se destaca pela extensão e qualidade do
Não importa propriamente de que lado abordamos a serra. Tanto faz subir pelo lado nascente, pelas aldeias de Castro de Avelãs, Gostei e Formil, como descer por Carrazedo, Alimonde e Conlelas, do lado poente; ou então seguir directamente pela estrada 206 para atingir os 1320 metros da Nossa Senhora das Neves. O que é certo é que veremos sempre carvalho-negral, ora em rebentos densos de porte arbustivo, ora em bosques mais maduros, numa bela paisagem que carrega o paradoxo dos tempos modernos: é simultaneamente extensa e residual.
É este, pois, o reino de eleição de grandes mamíferos ibéricos, como o lobo e o corço, e de uma profusão de outras espécies da fauna e da flora, sem esquecer as centenas de cogumelos e fungos que despontarão às primeiras chuvadas do Outono que se aproxima. Uma biodiversidade ímpar que se deve, em boa parte, à presença e predominância do carvalho-negral.
E como estes carvalhais sempre estiveram intimamente ligados ao modo de vida transmontano, nada melhor do que fechar a viagem com uma visita aos bons museus de Bragança: da Máscara e do Traje, Abade de Baçal, Graça Morais e Ciência Viva.
António Sá in Público, suplemento Fugas de 20 de Agosto de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Lenda da torre da Princesa
Quando a cidade de Bragança era ainda a aldeia da Benquerença, existia uma princesa bela e órfã que vivia com o seu tio, o senhor do Castelo. A princesa tinha-se apaixonado por um jovem nobre e valoroso mas pobre, que também a amava, e que tinha partido para procurar fortuna, prometendo só voltar quando se achasse digno de a pedir em casamento. Durante muitos anos a princesa recusou todas as propostas de casamento até que o tio resolveu forçá-la a casar-se com um nobre cavaleiro seu amigo. Quando a jovem foi apresentada ao cavaleiro decidiu contar-lhe que o seu coração era do homem por quem esperava há 10 anos, o que encheu de cólera o tio que resolveu vingar-se. Nessa noite, o senhor do Castelo disfarçou-se de fantasma e entrando por uma das duas portas dos aposentos da princesa, disse-lhe que esta seria condenada para sempre se não acedesse a casar com o cavaleiro. Quando estava a ponto de a obrigar a jurar por Cristo, a outra porta abriu-se e, apesar de ser de noite, entrou um raio de sol que desmascarou o falso fantasma. A partir de então a princesa nunca mais foi obrigada a quebrar a sua promessa e passou a viver recolhida numa torre que ficou para sempre lembrada como a Torre da Princesa. As duas portas ficaram a ser conhecidas pela Porta da Traição e a Porta do Sol.
Fonte: Diciopédia 2000
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
A Fonte do Espinheiro
penso ser a foto pertença da Srª. D. Maria Lopes(solicito a colaboração da Regina para o confirmar bem como para a autoria dos versos)
A Fonte do Espinheiro
Adeus Fonte do Espinheiro
Mas pode ser que nem tudo esteja perdido, pois recordo ter escutado o actual Presidente da Junta de Freguesia dizer que era um dos seus projectos reconstruir a mesma, ao que alguém presente (não me recordo quem) acrescentou saber onde se encontravam algumas pedras. Espero que o projecto de reconstrução vá por diante e que todos colaborem com a Junta de Freguesia para a sua concretização.
Se alguém possuir mais fotos da fonte, agradecemos que nos cedam para aqui as divulgarmos.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Milhares na Srª da Serra
A paisagem que do seu cume se avista é deslumbrante e merece uma visita.
Esperamos em breve publicar um post sobre uma caminhada feita ao Santuário por alguns residentes/naturais de Rebordaínhos.
domingo, 14 de setembro de 2008
Entre o Azibo e a história
Artigo de Sandra Canteiro
foto de Regina Céu Fernandes
Foto de João Stocker
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Vinho “falado” em mirandês
“Lhéngua Mirandesa” é a primeira marca de vinho com rótulo escrito nas duas línguas oficiais de Portugal. A Cooperativa Agrícola Ribadouro (CAR), em Sendim, aposta no Miradês para promover o vinho regional do Planalto.
“O próprio nome ‘Lhéngua Mirandesa’ já é uma marca e nós quisemos associá-la ao vinho”, explica o presidente da CAR, José Luís Almendra.
Carregue aqui para ver a noticia toda no Jornal Nordeste
Artigo de Teresa Batista



